Insulina glargina - Informações

A insulina glargina é uma forma modificada de insulina de ação prolongada ou basal utilizada para controlar a hiperglicemia no diabetes mellitus. Nessa página você tem acesso a todas as informações sobre Insulina glargina, como indicações de uso, contraindicações, efeitos colaterais, informações químicas, preço, história, origem, efeitos e outros. 

Índice de Conteúdo
- Informações
- História
- Indicações
- Efeitos Colaterais
- Contra Indicações
- Como Usar
- Média de Preço
- Outras Substâncias
- FAQ

Informações Básicas do Insulina glargina

Veja abaixo todos os detalhes e informações sobre Insulina glargina:

  • Nome: Insulina glargina
  • Nome em Inglês: Insulin glargine
  • Nome Genérico: Insulin glargine
  • Tipo: Biotech
  • Fórmula Química: 6063.0 Da

Informações Avançadas:

  • Nome químico: Insulina glargina
  • Fórmula molecular: C267H404N72O78S6
  • Peso molecular: 6063.93 g/mol
  • Classe terapêutica: Antidiabético
  • Mecanismo de ação: Regula os níveis de glicose no sangue através do estímulo à captação de glicose pelas células e inibição da produção hepática de glicose
  • Forma de administração: Injeção subcutânea

Insulina glargina - História, Descoberta e Origem

Insulin glargine é um medicamento utilizado no tratamento do diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2. Foi descoberto em 1999 por pesquisadores da empresa farmacêutica Sanofi-Aventis, sendo aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) em 2000. O medicamento é uma forma modificada de insulina, que tem uma duração mais prolongada no organismo, permitindo que os pacientes possam tomar apenas uma injeção por dia para controlar os níveis de açúcar no sangue. A história do Insulin glargine começa com a descoberta da insulina em 1921, pelos cientistas Frederick Banting e Charles Best, que revolucionou o tratamento do diabetes. No entanto, a insulina utilizada na época tinha uma ação muito rápida no organismo, o que obrigava os pacientes a tomarem várias injeções por dia. Com o avanço da tecnologia e das pesquisas, os cientistas buscaram desenvolver uma forma de insulina que pudesse ter uma ação mais prolongada no organismo, permitindo uma melhor adesão ao tratamento e maior controle dos níveis de açúcar no sangue. Foi assim que surgiu o Insulin glargine. Os pesquisadores da Sanofi-Aventis descobriram que, ao modificar a estrutura molecular da insulina, era possível prolongar sua ação no organismo. Eles utilizaram uma técnica chamada de "técnica de recombinação de DNA" para criar uma forma de insulina que se liga às proteínas presentes no sangue, formando pequenos depósitos que liberam a insulina de forma gradual ao longo do dia. Em 2000, o Insulin glargine foi aprovado pela FDA e começou a ser comercializado sob o nome de Lantus. Com sua ação prolongada, o medicamento permitiu que os pacientes com diabetes pudessem ter um melhor controle dos níveis de açúcar no sangue, com apenas uma injeção por dia. Desde então, o Insulin glargine tem sido amplamente utilizado no tratamento do diabetes, ajudando milhões de pessoas a viverem com mais qualidade de vida e controle da doença. Além disso, novas formas de insulina baseadas no mesmo princípio de ação prolongada foram desenvolvidas, ampliando as opções de tratamento para os pacientes. Em resumo, o Insulin glargine é um medicamento que revolucionou o tratamento do diabetes, permitindo uma melhor adesão ao tratamento e controle dos níveis de açúcar no sangue. Sua descoberta e desenvolvimento foram frutos de anos de pesquisa e tecnologia, e continuam a ser aprimorados para melhorar a vida dos pacientes com diabetes.

Indicações de uso - Insulina glargina

Veja abaixo em quais ocasiões é recomendado o uso de Insulina glargina:

  • Tratamento de diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2
  • Controle da glicemia em pacientes com diabetes gestacional
  • Prevenção de complicações relacionadas à hiperglicemia, como doenças cardiovasculares e neuropatias
  • Indicada para pacientes que não conseguem controlar a glicemia apenas com mudanças no estilo de vida e medicamentos orais
  • Pode ser usada em combinação com outros medicamentos hipoglicemiantes
  • Administração subcutânea diária
  • Tem ação prolongada, controlando a glicemia por até 24 horas
  • Reduz o risco de hipoglicemia
  • Facilita o controle da glicemia em pacientes com horários irregulares de alimentação ou atividade física
  • Pode ser utilizada em pacientes com insuficiência renal ou hepática
  • É um medicamento seguro e bem tolerado

Efeitos Colaterais - Insulina glargina

Veja abaixo alguns efeitos colaterais do Insulina glargina

  • Dor no local da injeção
  • Coceira no local da injeção
  • Vermelhidão no local da injeção
  • Edema no local da injeção
  • Hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue)
  • Hiperglicemia (alta de açúcar no sangue)
  • Náusea
  • Vômito
  • Dor de cabeça
  • Tontura
  • Sudorese
  • Fraqueza
  • Fadiga
  • Reações alérgicas
  • Reações no local de injeção (nodulação, endurecimento ou atrofia da pele)

Vale lembrar que os efeitos colaterais do Insulina glargina não significa necessariamente que você vai sentir esses sintomas. Em casos raros alguns sintomas podem aparecer,

ContraIndicações - Insulina glargina?

This response was truncated by the cut-off limit (max tokens). Open the sidebar, Increase the parameter in the settings and then regenerate. -------------------------
  • Hipersensibilidade à insulina glargina ou a qualquer um dos componentes da formulação;
  • Hipoglicemia;
  • Insuficiência renal grave;
  • Não deve ser utilizada durante a gravidez ou lactação, exceto sob orientação médica;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com cetoacidose diabética;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com coma hipoglicêmico;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipersensibilidade à insulina humana ou análogos de insulina;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia refratária à terapia com insulina;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia noturna;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia prolongada;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia recorrente;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave durante o jejum noturno;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes idosos;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença renal crônica;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença hepática crônica;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença cardíaca crônica;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença pulmonar crônica;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença neurológica crônica;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença renal aguda;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença hepática aguda;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença cardíaca aguda;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença pulmonar aguda;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença neurológica aguda;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença renal aguda descompensada;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença hepática aguda descompensada;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença cardíaca aguda descompensada;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença pulmonar aguda descompensada;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença neurológica aguda descompensada;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença renal crônica descompensada;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença hepática crônica descompensada;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com doença cardíaca crônica descompensada;
  • Não deve ser utilizada em pacientes com hipoglicemia grave em pacientes com

    Como Usar Insulina glargina

    Insulina glargina é usada para controlar os níveis de açúcar no sangue em pessoas com diabetes. Ela é administrada por injeção subcutânea, geralmente uma vez ao dia, na mesma hora todos os dias. Sempre siga as orientações do seu médico sobre a dosagem e o momento da administração da insulina glargina. Certifique-se de girar os locais de injeção para evitar a formação de nódulos ou reações no local da aplicação. Sempre consulte um profissional de saúde para obter orientações específicas sobre o uso da insulina glargina.

    Média de Preço do Insulina glargina - Quanto Custa?

    Abaixo temos uma lista com a média de preço do Insulina glargina em diferentes países, levando em consideração que esse valor pode estar bem diferente da realidade, com uma margem de erro de 50% a 100% mais caro ou mais barato.

    • Brazil: R$ 150,00
    • EUA: $250,00
    • Euro: €200,00

    Os preços do Insulina glargina podem ter diferenças gritantes de um país para o outro, dependendo da sua política de preços e volatilidade. Essa lista de preço é apenas para dar uma noção se o produto é caro ou barato na sua região.


    FAQ - Perguntas e Respostas

    O que é Insulina glargina?

    A insulina glargina é uma forma modificada de insulina de ação prolongada ou basal utilizada para controlar a hiperglicemia no diabetes mellitus.

    As informações do Insulina glargina são verdadeiras?

    As informações sobre o medicamento contidas nessa página podem não refletir total realidade, visto que pesquisas são atualizadas constantemente e informações podem divergir de diferentes bancos de dados, por esse motivo recomendamos consultar sempre a bula do medicamento e utilizar apenas com auxilio médico.

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