Fator antihemofílico humano - Informações

O fator antihemofílico humano é uma terapia de reposição do fator VIII utilizada para tratar a hemofilia A. Nessa página você tem acesso a todas as informações sobre Fator antihemofílico humano, como indicações de uso, contraindicações, efeitos colaterais, informações químicas, preço, história, origem, efeitos e outros. 

Índice de Conteúdo
- Informações
- História
- Indicações
- Efeitos Colaterais
- Contra Indicações
- Como Usar
- Média de Preço
- Outras Substâncias
- FAQ

Informações Básicas do Fator antihemofílico humano

Veja abaixo todos os detalhes e informações sobre Fator antihemofílico humano:

  • Nome: Fator antihemofílico humano
  • Nome em Inglês: Antihemophilic factor human
  • Nome Genérico: Antihemophilic factor human
  • Tipo: Biotech
  • Fórmula Química: 480000.0 Da (active (coagulant activity))

Informações Avançadas:

  • Nome químico: Antihemophilic factor human
  • Formula molecular: N/A
  • Peso molecular: N/A
  • Classe terapêutica: Fator de coagulação
  • Mecanismo da ação: Substituição de fator de coagulação ausente em pacientes com hemofilia A
  • Forma de administração: Intravenosa

Fator antihemofílico humano - História, Descoberta e Origem

O fator antihemofílico humano, também conhecido como fator VIII de coagulação, é uma proteína essencial para a coagulação do sangue. Sua história e origem estão diretamente ligadas à hemofilia, uma doença hereditária que afeta a capacidade do sangue de coagular adequadamente, levando a sangramentos excessivos e potencialmente fatais.

A hemofilia foi descrita pela primeira vez em 1803 pelo médico alemão Johann Lukas Schönlein, que a chamou de "hemorragia hereditária". No entanto, foi apenas em 1937 que o médico americano Alfred Patek identificou a falta de uma substância no sangue de pacientes com hemofilia, que ele chamou de "fator antihemofílico".

No final da década de 1940, pesquisadores descobriram que o fator antihemofílico era, na verdade, uma proteína presente no plasma sanguíneo. Com o avanço da tecnologia, foi possível produzir uma forma purificada do fator antihemofílico, que passou a ser conhecida como fator VIII de coagulação.

A primeira forma de fator antihemofílico humano purificado foi desenvolvida em 1965 pelo médico britânico Judith Pool. Essa forma purificada foi utilizada para tratar pacientes com hemofilia, mas ainda apresentava alguns riscos de transmissão de doenças infecciosas, já que era derivada de sangue humano.

Foi apenas na década de 1980 que uma forma sintética do fator antihemofílico humano foi desenvolvida, através da tecnologia de DNA recombinante. Isso permitiu a produção em larga escala de uma forma pura e segura do fator VIII de coagulação.

Atualmente, o fator antihemofílico humano é utilizado no tratamento de pacientes com hemofilia, tanto em sua forma purificada derivada de plasma sanguíneo, quanto em sua forma sintética produzida em laboratório. Além disso, também é utilizado em casos de sangramentos excessivos em pacientes sem hemofilia, como em cirurgias ou traumas graves.

Em resumo, a história e origem do fator antihemofílico humano estão diretamente ligadas aos avanços da medicina e tecnologia, que permitiram o desenvolvimento de formas puras e seguras dessa proteína essencial para a coagulação do sangue. Seu uso tem sido fundamental para melhorar a qualidade de vida de pacientes com hemofilia e salvar vidas em casos de sangramentos graves.

Indicações de uso - Fator antihemofílico humano

Veja abaixo em quais ocasiões é recomendado o uso de Fator antihemofílico humano:

  • Tratamento de hemofilia A em pacientes com deficiência no fator VIII de coagulação sanguínea;
  • Prevenção de sangramentos em pacientes com hemofilia A durante cirurgias ou procedimentos invasivos;
  • Tratamento de hemorragias causadas por lesões ou traumas em pacientes com hemofilia A;
  • Tratamento de sangramentos em pacientes com doenças hepáticas ou renais que afetam a produção do fator VIII;
  • Prevenção de sangramentos em pacientes com hemofilia A que praticam atividades físicas intensas ou esportes de alto impacto;
  • Tratamento de sangramentos em pacientes com hemofilia A que estão em tratamento com anticoagulantes, como a varfarina;
  • Prevenção de sangramentos em pacientes com hemofilia A durante a gravidez e o parto;
  • Prevenção de sangramentos em recém-nascidos com hemofilia A cujas mães têm a doença;
  • Tratamento de sangramentos em pacientes com hemofilia A que desenvolvem inibidores contra o fator VIII;
  • Tratamento de sangramentos em pacientes com hemofilia A que apresentam reações alérgicas a outros tratamentos para a doença.

Efeitos Colaterais - Fator antihemofílico humano

Veja abaixo alguns efeitos colaterais do Fator antihemofílico humano

  • Alergia
  • Náuseas
  • Vômitos
  • Dor de cabeça
  • Tontura
  • Fadiga
  • Febre
  • Dor no local da injeção
  • Irritação no local da injeção
  • Coágulos sanguíneos
  • Hematomas
  • Reações no sistema imunológico
  • Hipotensão
  • Aumento do risco de infecções

Vale lembrar que os efeitos colaterais do Fator antihemofílico humano não significa necessariamente que você vai sentir esses sintomas. Em casos raros alguns sintomas podem aparecer,

ContraIndicações - Fator antihemofílico humano?

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  • Não deve ser utilizado em pacientes com hipersensibilidade ao fator antihemofílico humano ou a qualquer um dos componentes da fórmula
  • O uso em pacientes com coagulação intravascular disseminada ou outras condições de coagulação anormais deve ser feito com cautela
  • Pacientes com histórico de reações alérgicas graves a produtos derivados do plasma humano devem ser monitorados de perto durante o uso do fator antihemofílico humano
  • Não deve ser utilizado em pacientes com doenças do sistema imunológico, como imunodeficiência combinada grave, que possam apresentar risco aumentado de reações alérgicas
  • O uso em pacientes com trombocitopenia (baixa contagem de plaquetas) pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças hepáticas pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças renais pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças cardíacas pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças vasculares pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças pulmonares pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças neurológicas pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças hematológicas pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças autoimunes pode aumentar o risco de reações alérgicas
  • O uso em pacientes com doenças inflamatórias pode aumentar o risco de reações alérgicas
  • O uso em pacientes com doenças infecciosas pode aumentar o risco de reações alérgicas
  • O uso em pacientes com doenças malignas pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças endócrinas pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças metabólicas pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças genéticas pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças psiquiátricas pode aumentar o risco de reações alérgicas
  • O uso em pacientes com doenças alérgicas pode aumentar o risco de reações alérgicas
  • O uso em pacientes com doenças renais pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças hepáticas pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças gastrointestinais pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças respiratórias pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças dermatológicas pode aumentar o risco de reações alérgicas
  • O uso em pacientes com doenças musculoesqueléticas pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças oculares pode aumentar o risco de sangramento
  • O uso em pacientes com doenças auditivas pode aumentar o risco de reações alérgicas
  • Como Usar Fator antihemofílico humano

    O fator antihemofílico humano deve ser usado de acordo com as orientações do médico responsável. Geralmente, é administrado por via intravenosa para tratar a hemofilia A. O médico irá determinar a dosagem e a frequência corretas com base nas necessidades individuais do paciente. É importante seguir rigorosamente as instruções do médico e manter um acompanhamento regular durante o tratamento com fator antihemofílico humano.

    Média de Preço do Fator antihemofílico humano - Quanto Custa?

    Abaixo temos uma lista com a média de preço do Fator antihemofílico humano em diferentes países, levando em consideração que esse valor pode estar bem diferente da realidade, com uma margem de erro de 50% a 100% mais caro ou mais barato.

    • Brazil: R$ 15.000,00
    • EUA: $2.000,00
    • Euro: €1.800,00

    Os preços do Fator antihemofílico humano podem ter diferenças gritantes de um país para o outro, dependendo da sua política de preços e volatilidade. Essa lista de preço é apenas para dar uma noção se o produto é caro ou barato na sua região.


    FAQ - Perguntas e Respostas

    O que é Fator antihemofílico humano?

    O fator antihemofílico humano é uma terapia de reposição do fator VIII utilizada para tratar a hemofilia A.

    As informações do Fator antihemofílico humano são verdadeiras?

    As informações sobre o medicamento contidas nessa página podem não refletir total realidade, visto que pesquisas são atualizadas constantemente e informações podem divergir de diferentes bancos de dados, por esse motivo recomendamos consultar sempre a bula do medicamento e utilizar apenas com auxilio médico.

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